O que Albertina compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Albertina compraram US$ 3,95 milhões de outros países. É 68% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 2,35 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Albertina ficou em 113º lugar. No Brasil, em 919º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas…2.269 toneladasUS$ 3,95 milhões100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 3,95 milhões100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 524,2 mil
- 2022US$ 1,01 milhão
- 2023US$ 1,15 milhão
- 2024US$ 1,89 milhão
- 2025US$ 2,84 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 3 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Albertina
Quanto Albertina importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Albertina (MG) compraram US$ 3,95 milhões de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Albertina mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas… (100%).
De quais países Albertina mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.